top of page

Todas as publicações

"Dia nacional do trabalhador da construção" promovido pela patronal. Na foto, o congraçamento dos picaretas do "Marreta" com a patronal do Sinduscon-MG e Seconci-MG - 22.08.2026 - Clube do Sesi Betim
"Dia nacional do trabalhador da construção" promovido pela patronal. Na foto, o congraçamento dos picaretas do "Marreta" com a patronal do Sinduscon-MG e Seconci-MG - 22.08.2026 - Clube do Sesi Betim

Em outubro de 2024, o veterano militante sindical e editor da RRC, Gerson Lima, foi ameaçado e difamado em um programa de rádio (o Tribuna do Trabalhador) do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Belo Horizonte, o chamado ''Marreta''. Este sindicato, que é organizado pela famigerada ''Liga Operária'' (que está mais para ''Liga Vende-Operário'') vem se envolvendo em vários escândalos de corrupção, esquemas com empresários e associações até mesmo com políticos bolsonaristas, como denunciado pela RRC: https://www.revolucaocultural.com.br/post/enquanto-faz-discurso-radical-em-p%C3%BAblico-a-dire%C3%A7%C3%A3o-da-liga-oper%C3%A1ria-pratica-conchavos-e-vende-os-t


No último sábado, dia 22/08/26, a pelegada do Marreta/Liga Operária teve que reproduzir o áudio do "Direito de Resposta" de Gerson Lima no programa da Rádio Favela. Depois de utilizarem todo tipo de artificio jurídico para adiar a divulgação do combate aos ataques e calúnias que proferiram em outubro de 2024, os pelegos tiveram que cumprir a decisão judicial que reconheceu o direito de resposta de Gerson Lima.


No "direito de resposta" Gerson reafirma a decisão de afastamento do "Marreta", atual sindicato Picareta, devido a sua degeneração política e repudio sua prática de conchavos com a patronal e venda de direitos dos trabalhadores. O conchavo com a patronal é notório: Afonso do Rosário, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção de BH, integra a diretoria do Seconci-MG ao lado do presidente do Sinduscon, no conselho consultivo da entidade patronal. Nas tratativas com a patronal e sem esboçar qualquer luta, os pelegos já aceitaram a redução do valor do adicional de horas-extras para 80%, o corte da cesta básica na ocorrência de mais de uma falta, aplicam as lesivas conciliação prévia e certidão de quitação anual, entre outras falcatruas. Junto com a patronal e financiados pelas empresas, os pelegos também criaram cursos de formação profissional para suprir mão de obra para as construtoras.


Sintomaticamente, o áudio foi divulgado na Rádio por funcionários pois nesse dia a diretoria do "Marreta" estava congraçando com os patrões no clube do Sesi em uma atividade demagógica denominada "dia nacional da construção social" promovida pelos sindicatos patronais. No evento, sorteio de brindes, transporte, lanche, pipoca e algodão doce de graça, vacinação, aferição de pressão, palestras e até "limpeza de dentes" e muita demagogia".


  • Cartaz do evento patronal com participação da pelegada picareta.
  • No evento da patronal & picaretas do Marreta, mesmo com sorteio de brindes, transporte, alimentação
  • O pelego Afonso com o lanchinho fornecido pelos patrões - 22.08.2026 - Clube do Sesi Betim


Confira na íntegra o direito de resposta:


Baixe abaixo o direito de resposta escrito:





Print e montagem: Revista Revolução Cultural
Print e montagem: Revista Revolução Cultural

Evento sionista

A Secretaria de Educação do estado do Rio de Janeiro (SEEDUC) enviou ofício à todas as unidades escolares convidando diretores gerais, coordenadores pedagógicos e professores para participarem da XIX Jornada Interdisciplinar de Ensino do Holocausto e Direitos Humanos que se realizará nos dias 26 e 27 de Agosto de 2026 no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Além de membros da casta jurídica do estado, o evento tem como parceiro a entidade B’nai B’rith e contará com palestras com temas como: (i) O racismo no século XXI e suas capas; (ii) Por que ainda precisamos falar de antissemitismo?, etc.


Quem é a B’nai B’rith?


A organização B’nai B’rith, Os Filhos da Aliança em hebraico, é uma sociedade secreta que tem uma estrutura de funcionamento semelhante à maçonaria, sendo a mais antiga organização sionista em todo o mundo. Sob o argumento de defesa dos direitos humanos, prestação de serviços sociais para “pessoas carentes”, campanhas humanitárias em favor de vítimas de guerras e desastres naturais, educação, combate ao racismo, ao antissemitismo e à discriminação de todas as espécies, a B’nai B’rith exerce o lobby sionista ao redor do mundo defendendo e normalizando o regime de apartheid e as práticas genocidas da entidade sionista de Israel contra o povo palestino. A entidade possui forte atuação no Brasil com suas “lojas” instaladas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul.


Foi a B’nai B’rith que tentou censurar a palestra intitulada “Palestina: da maior prisão do mundo ao campo de extermínio” que o historiador judeu Ilan Pappe, diretor do Centro de Estudos Palestinos da Universidade de Exeter na Inglaterra, proferiu na USP em agosto de 2025 [1]. Também promoveu, em julho de 2024, ataques grosseiros contra o jornalista Juca Kfouri que questionou o critério do Comitê Olímpico Internacional que baniu a Rússia dos jogos de Paris devido a guerra da Ucrânia e permitiu a participação de Israel, promotora do massacre do povo palestino [2]. O jornalista Breno Altman foi condenado, em agosto de 2025, por um juiz de primeira instância da comarca de São Paulo em processo movido por lideranças da B’nai B’rith e da Stand With Us Brasil [3].

Relativização dos genocídios


Na visão hegemônica capitalista os horrores só são horrores quando afeta a eles. É necessário que todos os genocídios sejam denunciados, incluindo-se os praticados pelo colonialismo e neocolonialismo europeu e estadunidense na América, Ásia e África. É necessário denunciar e enfrentar a imensa máquina de inverdades e falsificações da propaganda sionista que usa e abusa do holocausto e da figura de eterna vítima.


Lutar contra o sionismo não é antissemitismo

Quando um entrevistador perguntou ao escritor palestino Ghassan Kanafani, em 1970, o que a Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP) havia conquistado até então, ele não titubeou em responder: “Uma causa pela qual vale a pena lutar” [4]. É preciso educar e informar o povo de que a causa palestina é a luta anticolonialista e anti-imperialista. Ensinar a história do povo palestino para deixar claro que quem pratica o terrorismo é a entidade sionista de Israel. Das massas trabalhadoras do Brasil e de todo o mundo o povo palestino deve ter a mais pura e genuína solidariedade de classe.

Lutar contra o sionismo e sua entidade Israel nada tem de antissemitismo! Compareça ao ato contra o sionismo na próxima quarta-feira (24), em frente ao TJ do Rio de Janeiro ás 11h da manhã.


DO RIO AO MAR, PALESTINA LIVRE JÁ!



Nota da Revista: Publicamos artigo importante sobre a luta atual contra o liquidacionismo na Índia feito pela organização estudantil Bhagat Singh Chhatra Ekta Manch. Ela foi inicialmente publicada pelo https://jal-jangal-jameen-usa.org/2026/07/30/bscem-remembering-the-martyrdom-of-comrade-charu-majumdar/.


Estamos republicando uma declaração do Bhagat Singh Chhatra Ekta Manch, em homenagem a Charu Majumdar, o revolucionário indiano que, em 1967, reiniciou a luta armada na Índia sob liderança comunista. Tendo o marxismo-leninismo-maoismo como guia, ele liderou a luta de Naxalbari e delineou o caminho para a revolução na Índia, uma revolução que continua até os dias de hoje. É por essa razão que a semana seguinte ao seu martírio, em 28 de julho de 1972, é atualmente celebrada como a Semana dos Mártires.


No momento atual, os revolucionários indianos enfrentam uma intensa repressão e ataques de todos os lados. Apesar disso, camaradas genuínos persistem na luta para preservar as forças subjetivas e garantir a continuidade da Revolução Indiana. Como parte desse processo, elementos liquidacionistas, revisionistas e oportunistas dentro do movimento estão sendo eliminados pouco a pouco. Os camaradas da bsCEM estão criticando Vishwavijay e Seema Azad, dois ex-revolucionários que abandonaram a luta por vários anos e buscaram liquidar o máximo possível e destruir as linhas políticas do Partido em benefício de seus objetivos individualistas. No entanto, como proclamou a bsCEM:


A política revolucionária não pode ser reduzida a personalidades, amizades ou associações de longa data. As massas devem aprender a avaliar as posições políticas com base em seu conteúdo de classe e em suas consequências práticas. Também devemos rejeitar a tendência de transformar divergências políticas em disputas pessoais. O movimento revolucionário não deve depender de cultos à personalidade nem reduzir a crítica política a ataques pessoais. Ao mesmo tempo, a crítica política não pode ser silenciada acusando todo crítico de ser motivado por hostilidade pessoal. A abordagem correta é examinar a linha política.


Foi o Presidente Mao quem disse: “a correção ou incorreção da linha ideológica e política decide tudo”. Nós, da Jal-Jangal-Jameen, afirmamos essa verdade e conclamamos todos os trabalhadores e oprimidos genuínos da Índia e do exterior a defender o Partido Comunista da Índia (Maoista) e a Revolução de Nova Democracia contra todos os ataques. Aproveitaremos esta Semana dos Mártires para lembrar nossos mártires e reafirmar nossos princípios de luta pela revolução. O sangue dos guerreiros do povo que tombaram nutrirá a guerra popular!


DESMASCARAR E ISOLAR VISHWAVIJAY E SEEMA AZAD!


LUTAR CONTRA O OPORTUNISMO-LIQUIDACIONISMO-REVISIONISMO!


AVANÇAR A CAUSA DA REVOLUÇÃO DE NOVA DEMOCRACIA!


-\\-



O camarada Charu Majumdar permanece como um dos maiores líderes comunistas do mundo. Em uma época em que o revisionismo havia reduzido o movimento comunista na Índia à colaboração de classes, ele defendeu destemidamente o marxismo-leninismo-maoismo e reacendeu o caminho da guerra popular por meio do estrondo de Naxalbari. Ele nos ensinou que a revolução não pode ser implorada às classes exploradoras, nem conquistada por meio de eleições, mas deve ser tomada pelas massas armadas sob a liderança de um verdadeiro partido comunista. Sua luta incansável contra o oportunismo, sua insistência na pureza ideológica e sua confiança inabalável no potencial revolucionário dos camponeses mais pobres continuam a iluminar o caminho da revolução na Índia. Embora o Estado reacionário indiano o tenha capturado e assassinado sob custódia, jamais conseguiu enterrar sua política. Seu sangue alimentou o movimento revolucionário, e seu legado vive em cada luta que ousa desafiar o imperialismo, o feudalismo e o capitalismo burocrático comprador. Honrar o martírio do camarada Charu Majumdar não significa cultuar um indivíduo, mas levar adiante a linha revolucionária pela qual ele viveu, lutou e deu sua vida.


Charu Majumdar e inúmeros mártires deram suas vidas a serviço do povo. Eles lutaram contra ataques das forças reacionárias, tanto dentro quanto fora do movimento revolucionário. Ao prestar homenagem aos mártires, também precisamos fortalecer a luta contra o oportunismo-liquidacionismo-revisionismo, que aflige o movimento revolucionário internamente. Somente fortalecendo essa luta poderemos avançar a causa da revolução.


DESMASCARAR O OPORTUNISMO-LIQUIDACIONISMO-REVISIONISMO DE VISHWAVIJAY-SEEMA AZAD


O movimento revolucionário na Índia enfrentou não apenas a repressão externa direta do Estado dominante, mas também ataques ideológicos e políticos vindos de dentro do campo revolucionário. A história demonstra que, sempre que forças revolucionárias enfrentam períodos de repressão, reveses e retiradas temporárias, a questão da linha política torna-se decisiva. É precisamente durante esses períodos que tendências oportunistas emergem com força, buscando substituir a firmeza revolucionária por compromisso, pessimismo e acomodação.


Hoje, o movimento revolucionário está diante de uma intensa ofensiva das classes dominantes reacionárias. As massas revolucionárias e suas organizações enfrentam repressão militar, prisões, vigilância e tentativas de infiltração. Nessas circunstâncias, a tarefa dos revolucionários é defender firmemente os princípios revolucionários, aprofundar sua compreensão, fortalecer-se e aprender tanto com os sucessos quanto com os fracassos.


É nesse contexto que devemos examinar criticamente as posições políticas defendidas por Vishwavijay e Seema Azad.


Sua atual trajetória política representa um sério afastamento da linha política revolucionária baseada no marxismo-leninismo-maoismo. Suas posições, em vez de contribuírem para o fortalecimento da organização revolucionária, criaram confusão quanto à necessidade da política revolucionária, da organização e dos métodos de luta.


A questão diante dos revolucionários, portanto, não é de lealdade pessoal ou de relações individuais. É uma questão de linha política. Uma pessoa não pode ser julgada exclusivamente com base em suas contribuições passadas. A história revolucionária contém numerosos exemplos de indivíduos que deram contribuições importantes em determinada etapa de suas vidas políticas, mas posteriormente abandonaram os princípios revolucionários. O que importa é a linha política que a pessoa defende e pratica hoje. Portanto, o argumento de que alguém não pode ser criticado porque contribuiu para o movimento revolucionário durante muitos anos é fundamentalmente equivocado. A política revolucionária exige autocrítica contínua, luta ideológica e correção. Contribuições passadas não podem proporcionar imunidade permanente à crítica política.


Sob o pretexto de combater um suposto “desvio de esquerda”, eles propagaram uma linha de direita oportunista que rejeitava a necessidade de manter um Partido clandestino, menosprezava a centralidade da guerra popular prolongada e buscava substituir a política revolucionária pelo legalismo e pelo reformismo. Eles atacaram sistematicamente o centralismo democrático, estimularam a indisciplina organizativa e promoveram métodos faccionais ao organizar secretamente uma camarilha antipartidária enquanto mantinham uma aparência enganosa de unidade. Sua propagação de concepções liberal-burguesas, incluindo a elevação do individualismo acima da disciplina proletária e a promoção de posições políticas contrárias à moral comunista, representou um ataque ideológico ao marxismo-leninismo-maoismo. Suas atividades fomentaram a confusão, enfraqueceram a coesão organizativa e objetivamente serviram aos interesses do revisionismo e do inimigo de classe.


A história do movimento comunista internacional ensina que o oportunismo e o liquidacionismo frequentemente emergem com maior força durante períodos de retrocessos políticos. As posições defendidas por Vishwavijay e Seema Azad são as mesmas defendidas por traidores como Sonu, Devji e Balraj.


Embora nominalmente Vishwavijay e Seema afirmem ser contrários a esses traidores, estão criando confusões semelhantes e realizando atividades liquidacionistas. Seu conteúdo e sua colaboração de classe são os mesmos, não importa com que eloquência consigam defendê-los. Quando a repressão se intensifica e as forças revolucionárias enfrentam reveses temporários, alguns começam a questionar os próprios princípios que orientaram o movimento revolucionário.


Em vez de analisar as condições objetivas e identificar as causas dos reveses, eles buscam um caminho mais fácil. A organização revolucionária é apresentada como desnecessária. A disciplina é apresentada como autoritarismo. O centralismo democrático é reduzido a controle burocrático. O trabalho clandestino é descartado sem uma análise concreta das condições que o tornam necessário. Essas tendências devem ser enfrentadas por meio da luta ideológica e política. O movimento revolucionário não pode ser construído sobre preferências individuais, conforto pessoal ou aspirações pequeno-burguesas. A revolução exige que os interesses individuais sejam subordinados aos interesses coletivos das massas e da causa revolucionária.


Eles apresentaram o centralismo democrático como inerentemente opressivo e a disciplina revolucionária como algo imposto mecanicamente de cima para baixo.


Tal compreensão distorce a própria essência do centralismo democrático. O centralismo democrático combina discussão coletiva e participação democrática com unidade na ação. Sem democracia, o centralismo degenera em burocratismo. Sem centralismo, a democracia pode transformar-se em fragmentação e individualismo. A organização revolucionária deve, portanto, manter a unidade dialética de ambos. Mao Zedong enfatizou a relação entre democracia e centralismo, liberdade e disciplina, como dois aspectos de um todo unificado. Nenhum deles pode ser mecanicamente separado do outro.


Uma organização revolucionária não pode funcionar de acordo com os desejos individuais de seus membros. Tampouco as diferenças políticas podem ser resolvidas por meio de campanhas pessoais, mobilização nas redes sociais ou criação de grupos de pressão concorrentes. As divergências devem ser enfrentadas por meio de uma luta ideológica e política baseada em princípios.


O método da luta de duas linhas existe precisamente porque as contradições surgem inevitavelmente em todos os lugares. O objetivo dessa luta é distinguir as linhas políticas corretas das incorretas, fortalecer a unidade sobre uma base de princípios e avançar a prática revolucionária.


Abandonar esse método e, em seu lugar, personalizar as diferenças políticas significa enfraquecer o movimento revolucionário. A experiência do movimento comunista internacional demonstra os perigos do liquidacionismo. Sempre que forças revolucionárias enfrentam repressão, surgem tendências liquidacionistas que defendem que as estruturas revolucionárias devem ser abandonadas, que a linha política deve ser diluída e que a organização revolucionária deve recuar para formas mais aceitáveis pelo sistema existente.


Essas tendências podem se apresentar como “realistas”, “práticas” ou “modernas”. Mas a política revolucionária não pode ser determinada pelo que é mais confortável ou apresenta menos riscos. A questão não é quando o trabalho revolucionário é difícil. A questão é como os revolucionários respondem a condições difíceis.


Se a repressão aumenta, as forças revolucionárias devem desenvolver métodos adequados de funcionamento. Se o inimigo intensifica a vigilância, os revolucionários devem adaptar seus métodos organizativos. Se o Estado tenta destruir as estruturas revolucionárias, a resposta não pode ser simplesmente abandonar essas estruturas.


Algumas confusões também levaram à defesa de Vishwavijay e Seema Azad por meio da descrição de suas posições políticas como sendo apenas resultado de “confusão”. Mas as posições políticas não podem ser avaliadas exclusivamente pelas intenções subjetivas dos indivíduos.


A confusão, quando realmente existe, deve ser resolvida por meio da luta ideológica, da crítica e da autocrítica. Um revolucionário que reconhece um erro deve estar disposto a examiná-lo e corrigi-lo. A verdadeira questão, portanto, não é se alguém está “confuso”. É se essa pessoa está disposta a participar de uma luta política baseada em princípios para superar ideias incorretas. Existe uma diferença fundamental entre cometer um erro e defender uma linha política incorreta.


A política revolucionária não pode ser reduzida a personalidades, amizades ou associações de longa data. As massas devem aprender a avaliar as posições políticas com base em seu conteúdo de classe e em suas consequências práticas. Também devemos rejeitar a tendência de transformar divergências políticas em disputas pessoais. O movimento revolucionário não deve depender de cultos à personalidade nem reduzir a crítica política a ataques pessoais. Ao mesmo tempo, a crítica política não pode ser silenciada acusando todo crítico de ser motivado por hostilidade pessoal. A abordagem correta é examinar a linha política.


A quais interesses de classe determinada posição serve? Ela fortalece ou enfraquece a organização revolucionária? Ela faz avançar ou recuar o objetivo revolucionário?


O movimento revolucionário é a aplicação do marxismo-leninismo-maoismo às condições concretas, a luta ideológica constante, o trabalho de massas, a crítica e a autocrítica e uma organização revolucionária disciplinada. Convocamos todos os revolucionários, estudantes, trabalhadores, intelectuais e forças democráticas a estudar essas questões políticas com seriedade e espírito crítico. Rejeitemos a política do oportunismo, do liquidacionismo e do revisionismo, ao mesmo tempo em que defendemos os princípios revolucionários do marxismo-leninismo-maoismo.


DESMASCARAR E ISOLAR VISHWAVIJAY E SEEMA AZAD!


LUTAR CONTRA O OPORTUNISMO-LIQUIDACIONISMO-REVISIONISMO!


AVANÇAR A CAUSA DA REVOLUÇÃO DE NOVA DEMOCRACIA!

bottom of page